Artigos de Opinião

O Glaucoma é uma doença silenciosa...mas é a segunda causa de cegueira no Mundo…

12 de março é o Dia Mundial do Glaucoma. Uma doença silenciosa que afeta cerca de 4 milhões de pessoas no Mundo e umas das principais causas de cegueira. Este dia tem como objetivo sensibilizar as pessoas sobre esta doença ocular progressiva e o impacto positivo no seu diagnóstico precoce.

A vertigem e o desequilíbrio são sintomas muito frequentes e valorizados pela população, podem aparecer em qualquer idade e têm variadíssimas causas. É um sintoma que implica diretamente com a qualidade de vida, mas com o tratamento adequado muitas vezes pode ser ultrapassado.

A vertigem caracteriza-se por uma falsa sensação de movimento ou rotação, geralmente acompanhada de falta de equilíbrio, náuseas ou vómitos, podendo mesmo tornar-se incapacitante e impedindo a normal realização de tarefas do dia-a-dia.

A ventilação e o Olho Seco

90% do ar que respiramos habitualmente é ar interior e, tal como referido pela OMS, este pode estar até 10 vezes mais contaminado que o exterior. Os espaços fechados geram um ambiente viciado com um ar repleto de componentes tóxicos como partículas e gases que podem provocar transtornos respiratórios e de outro tipo, inclusive em pessoas saudáveis. A situação Covid exige ainda mais cuidados para garantir que o ar interior é o mais limpo possível.

Nesta situação de pandemia as questões relacionadas com a saúde visual ganharam outra relevância, nomeadamente tudo o que se prende com a prevenção do contágio e em especial na utilização de lentes de contacto.
É importante desmistificar a ideia que neste momento não é seguro usar lentes de contacto. Após uma sistemática revisão da literatura, verifica-se que não existe evidência científica que sugira um aumento do risco de contrair COVID-19 ou outra doença viral nos utilizadores de lentes de contacto quando comparado com os usuários de óculos.

A questão a colocar é como se deve usar e manusear as Lentes de Contacto em situação de Covid 19?

O Verão está à porta e as alergias e doenças oculares também.
Comecemos pelas alergias oculares.
A Primavera trouxe o esplendor da natureza e agora as plantas e flores estão no seu auge. Para muitas pessoas significa a continuidade das alergias sazonais e dos olhos vermelhos com ardor e comichão.

Foi no dia 4 de Janeiro de 1809 que nasceu Louis Braille, perto de Paris (França). Seu pai tinha uma pequena oficina de arreios e selas. Aos 3 anos, Louis Braille ao brincar na oficina do seu pai, magoou-se com um objeto pontiagudo no olho esquerdo. A infeção que surgiu através do ferimento transferiu-se para o olho direito, provocando cegueira total de ambos os olhos de Louis. Desde então, os seus pais queriam que a nova condição do seu filho, não fosse impedimento para ter uma vida normal e por isso matricularam-no na escola para que recebesse a escolaridade necessária. Foi na sua adolescência que Louis aperfeiçoou já um sistema existente de comunicação entre militares da artilharia francesa, que usava uma sovela para marcar pontos em relevo num papelão, para que fosse difícil decifrar as mensagens pelo inimigo.

É verdade que as moscas também afetam a visão.
Normalmente depois dos 50 anos há quem comece a ver uma pequena mancha que acompanha o movimento do olhar e normalmente mais destacada quando observada sobre um fundo branco.
As expressões mais comuns são: “parece uma mosquinha” ou “parece uma teia” ou ainda “parecem uns tracinhos”.
Este sintoma não deve ser subestimado, mas é felizmente muitas vezes benigno.
A isto dá-se o nome de “moscas volantes”.

“ Esta camisa é verde ou vermelha? ”

Com certeza que já presenciou alguém a realizar esta questão, ou até mesmo o(a) próprio(a) leitor(a). Não quer dizer que estamos perante um caso de daltonismo, mas não há nada como realizar um exame específico para poder despistar este distúrbio.
A forma mais comum de daltonismo é a dificuldade de distinguir o verde do vermelho.

A Visão é responsável, em grande parte, pelo processo de aprendizagem das crianças e adolescentes em contexto escolar e assim sendo, no regresso às aulas é importante ficar atento à visão dos mais novos. A deteção precoce de algum distúrbio visual é fundamental para o sucesso escolar dos alunos. Quando não detetadas, as ametropias visuais tendem a criar constrangimentos no desenvolvimento escolar das crianças, nomeadamente têm mais dificuldades em comunicar com os colegas, adquirir conhecimentos e integrar-se nos mais variados ambientes.

Uma criança com um problema visual não diagnosticado ou não tratado corretamente, poderá vir a sofrer de problemas mais graves na vida adulta, pelo que é fundamental o tratamento precoce ainda na fase de crescimento, altura que é mais fácil tratar e travar a sua evolução.

Para quem é miope, que vê mal ao longe, a correção visual através de óculos ou lentes de contacto é indispensável. Ainda há quem adote tratamentos mais invasivos para corrigir a miopia através de cirurgia.

E se lhe dissesse que já é possível abdicar disso tudo?
Falo de um tratamento que utiliza lentes de contato especiais que remodelam a córnea durante o sono, com resultados seguros e expressivos em poucas semanas.

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